ATRAVÉS|EDITORA estreia sítio web

O website da editora aproveita sinergias com o PGL e a loja online Imperdível

Quarta, 25 Abril 2012 07:03

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Vista parcial da capa do sítio web

PGL - Como já quase é tradiçom na AGAL, com motivo de umha data assinalada produzem-se novidades na área da Internet. Neste caso, quadrando com o 25 de Abril, a ATRAVÉS|EDITORA, o selo editorial da associaçom reintegracionista, estreia hoje o seu sítio web.

No endereço www.atraves-editora.com, as pessoas interessadas podem encontrar informaçom sobre todos os títulos publicados pola editora. De acima para baixo, aparecem de mais recente a mais antigo os trabalhos publicados pola ATRAVÉS desde que botou a andar há só dous anos.

«Apostamos por um desenho limpo e centrado nos livros, que é o mais importante para nós, que junta toda a produçom de ATRAVÉS numha única página», explica para o PGL o diretor da editora, Miguel R. Penas.

A partir desse conceito, o sítio web pretende ser acima de tudo umha carta de apresentaçom da editora, e ao mesmo tempo «oferecer um novo canal de comunicaçom directa com os nossos leitores, com as livrarias e outros pontos de venda ou mesmo com as distribuidoras», aclara Penas. Deste modo, a melhor carta de apresentaçom possível som as obras publicadas, todas de grande qualidade, nom apenas polas pessoas e nomes que estám por trás, mas também polo conteúdo e, ainda, o acabado técnico, um aspeto que a ATRAVÉS trata com esmero.

«Atualmente era umha necessidade, sobretudo desde que temos assumido nós próprios a nossa distribuiçom na Galiza e até porque cada vez temos mais demanda de Portugal, e necessitávamos um 'cartom de visita' com que nos apresentarmos», assinala Penas.

Depois dessa visom inicial aparecem unicamente os menus necessários. O habitual «Quem somos?», que dá os principais detalhes acerca da editora; a apresentaçom das quatro coleções que atualmente compõem o catálogo editorial ou e ligações para um formulário de contacto e umha robusta caixa de pesquisa.

Vista parcial da capa do sítio web
[prima aqui para alargar a imagem]

O diretor da ATRAVÉS indica que o sítio web da editora também aproveita as sinergias que oferecem o PGL e a loja online Imperdível. Assim, o menu «Notícias» refere para a secçom que a ATRAVÉS tem no Portal, enquanto o menu «Loja» leva para os títulos da editora, todos à venda na Imperdível. Precisamente, no pé da ficha de cada livro há umha outra ligaçom para a mesma ficha na loja online da AGAL.

Do lado direito destes menus aparecem ligações para o perfil que a editora tem na rede social Twitter bem como à página de Facebook. Ainda, há um ícone com ligaçom para o fluxo RSS do site, de tal forma que as pessoas assinantes ficarám informadas das novidades editoriais de maneira automática. Como todas as novas obras da editora estám à venda na Imperdível, é recomendável subscrever também o boletim da loja online da AGAL, o qual pode ser feito desde um menu que aparece na página principal desse site.

Software livre

A aposta no software livre vem sendo também habitual nos trabalhos internéticos da AGAL. É o caso do PGL ou do site corporativo da AGAL, que utilizam Joomla; da FAQ do reintegracionismo, que usa o Doku Wiki; dos blogues AGAL-gz, feitos com b2evolution; ou do próprio site da ATRAVÉS, construído com Wordpress.

A editora

ATRAVÉS|EDITORA é herdeira da anterior área editorial da AGAL, virando as anteriores coleções Criaçom, Universalia e Clássicos nas novas ATRAVÉS|DAS LETRAS, ATRAVÉS|DAS IDEIAS e ATRAVÉS|DE NÓS, respetivamente. Como novidade, nasceu ATRAVÉS|DA LÍNGUA, especializada em temáticas lingüísticas.

Autores

Artur Alonso Novelhe, Carlos Santiago, José Manuel Barbosa, Mário Herrero Valeiro, Fernando Vásquez Corredoira, Carlos Garrido, Carles Riera, a agrupaçom teatral Tou-po-rou-tou, Valentim R. Fagim, Séchu Sende, Ugia Pedreira ou Carlos Taibo já publicárom obras com este selo editorial. Também fôrom publicadas duas coletâneas, umha da Comissom Lingüística da AGAL com ensaios sobre a língua, e outra, coordenada por José Antom Serém e Gemma Fernández, que consiste numha compilaçom de poesia lusófona focada nas crianças. Ainda, reeditou-se um clássico das nossas letras, o Sempre em Galiza, trabalho no qual Fernando Corredoira adaptou o texto à norma internacional portuguesa, e contou com a colaboraçom de Ernesto Vásquez Souza para as valiosas notas a rodapé que enriquecem a obra.

 

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