O Conselho da AGAL solidariza-se com o presidente da Mesa ante o iminente juízo

Miguel R. Penas, presidente da AGAL: «Algo falha quando a justiça se dedica a julgar os que defendem o cumprimento da legalidade»

Quinta, 29 Novembro 2012 09:39

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PGL - O Conselho da Associaçom Galega da Língua (AGAL) solidariza-se com o presidente da Mesa, Carlos Callón, quem será julgado no vindouro 30 de novembro. O motivo, ter criticado em 2008 o uso de toponímia deturpada por parte do juiz decano da Corunha, Antonio Fraga Mandián.

Para o presidente da AGAL, Miguel R. Penas, «algo falha quando a justiça se dedica a julgar os que defendem o cumprimento da legalidade». Por esta razom, o Conselho da associaçom manifesta o seu apoio a Carlos Callón e deseja que a sentença seja pública o antes possível e em sentido favorável ao acusado. «Umha resoluçom deste caso em sentido contrário», afirma Penas, «seria negativa tanto para imagem da justiça como para todo o movimento de defesa da nossa língua».

Do Conselho da AGAL também apelam às autoridades políticas e judiciais para que «deixem de ver a nossa língua como um problema e comecem a participar das estratégias que promove a sociedade civil para procurar o aproveitamento das oportunidades que nos dá». A língua galega «é um bem de toda a cidadania e um forte elemento de unidade da nossa coletividade», insiste Penas, razom pola qual rejeita as tentativas de instrumentalizar o galego para dividir a sociedade.

Frente à divisom, o Conselho da AGAL aposta no galego como «fator multiplicador do bem-estar da cidadania galega», para o qual «cumpre aproveitar as oportunidades que nos abre a Lusofonia».


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