1º de Abril: Convocada assembleia extraordinária da AGAL para conversom em partido

Segundo o presidente da ainda associaçom, Miguel R. Penas, «está na hora de fazermos política»

Segunda, 01 Abril 2013 00:00

Atençom, abrirá numha nova janela. PDFVersom para impressomEnviar por E-mail
Engadir a del.icio.us Compartilhar no Twitter Compartilhar no Chuza Compartilhar no Facebook Compartilhar no DoMelhor

PGL - O presidente do Conselho da AGAL, nos termos legais e estatutários, notificou a convocatória de assembleia geral extraordinária para o vindouro dia 31, às 12 horas. O ponto único da ordem do dia, a conversom da AGAL em partido e a dissoluçom da associaçom.

Segundo o presidente da AGAL, Miguel R. Penas, o tecido associativo reintegracionista «é já avondo diverso e maduro», com «praticamente todos os frentes coberto». Desta maneira, e para melhor cumprir com os objetivos fundacionais da Associaçom Galega da Língua, Penas acredita que «está na hora de fazermos política, que é o que prometim quando assumim a Presidência».

O artigo 55.a dos estatutos da AGAL exigem apoio de ⅔ das sócias e sócios para proceder à dissoluçom, polo qual Penas encoraja para umha «assembleia histórica». Resolvida a dissoluçom, a assembleia geral extraordinária designaria três associados liquidadores, os quais, junto ao presidente e o tesoureiro, procederiam a efetuar a liquidaçom dos bens, pagando dívidas, cobrando créditos e fixando o haver líquido resultante. Conforme o artigo 57, o haver resultante umha vez efetuada a liquidaçom, será doado a outraassociaçom nom lucrativa e inscrita na Comunidade Autónoma da Galiza com os mesmos ou similares fins aos da AGAL.

NOTA: 'O primeiro de Abril vam os burros onde nom têm que ir''. Esta notícia foi o nosso modesto contributo para o Dia da Mentira de 2013, festejo tradicional galego (e comum a outros países lusófonos) em cuja recuperaçom o PGL leva umha década envolvido.

 

+ Ligações relacionadas:

 


Esta notícia é mentira: é o nosso contributo ao 1º de Abril!!

«O primeiro de Abril vam os burros onde nom têm que ir»

 

aa