O MIL cumpre três anos
Os galegos Alexandre Banhos, Artur Alonso Novelhe e José M. Barbosa entrárom a formar parte do conselho consultivo do MIL em 2009
Sexta, 01 Janeiro 2010 00:00
PGL – O movimento Internacional Lusófono (MIL) nasceu no primeiro dia de 2008. Hoje, dia 1 de Janeiro de 2010, o colectivo cumpre o seu terceiro ano de vida, fazendo balanço dos logros conseguidos e marcando novos objectivos para a próxima campanha.
No seu primeiro ano de existência, o MIL tomou várias posiçons em prol de umha real convergência lusófona: quer defendendo umha "Força Lusófona de Manutenção de Paz", para acorrer às situaçons vividas em Timor-Leste e na Guiné-Bissau, por exemplo, quer defendendo o princípio do "Acordo Ortográfico", quer ainda defendendo o "Passaporte Lusófono", umha das mais marcantes bandeiras de Agostinho da Silva, umha das personalidades cujo pensamento mais inspira o ideário do colectivo, em prol da livre circulaçom de pessoas no espaço lusófono.
No segundo ano de existência, o MIL lançou mais três petições: a primeira defendendo as candidaturas independentes à Assembleia da República Portuguesa; a segunda apelando a um maior envolvimento da comunidade lusófona em relaçom à grave situaçom que se viveu, e vive ainda, na Guiné-Bissau, petição que teve como primeiro subscritor Francisco José Fadul, ex-primeiro-ministro deste país (e membro do Conselho Consultivo do MIL); a terceira, por fim, apelando a que o Governo Português providenciasse a distribuiçom dos livros que em Portugal nom tivessem distribuiçom comercial para todo o espaço lusófono, em alternativa à sua destruiçom.
Para além dos vários Comunicados emitidos sobre as mais diversas questons ligadas à convergência lusófona, o MIL promoveu ainda três debates públicos: o primeiro sobre o futuro da CPLP, em que foram oradores Lauro Moreira (Embaixador do Brasil na CPLP) e Miguel Real (Membro do Conselho Consultivo do MIL); o segundo sobre a situaçom na Guiné-Bissau, em que o orador foi Francisco José Fadul; o terceiro sobre a condiçom lusófona da Galiza, em que foram oradores Alexandre Banhos Campo (ex-presidente da AGAL) e José Manuel Barbosa, membros do Conselho Consultivo do MIL e da AGAL.
No terceiro ano que tenhem à frente, o MIL avança “sem crises de identidade”, centrando-se naquilo que para si é, desde sempre, o essencial: o reforço dos laços entre os países lusófonos – a todos os níveis, como sempre expressamente dissemos: nom só no plano cultural, mas também social, económico e político.
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