O conhecimento do basco vai perder peso nas próximas oposiçons

Acreditaçom dos perfis lingüísticos perderá peso na nota final

Quinta, 04 Fevereiro 2010 00:00

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Rafael Bengoa, conselheiro para a Sanidade e o Consumo

PGL País Basco – O Departamento de Previdência e Consumo nom vai renunciar à alfabetizaçom em língua basca dos profissionais do sector, senom que será feito «de forma progressiva». «Não temos nenhum problema com o basco, o que temos é um problema de recursos humanos», argumenta Rafael Bengoa.

O conselheiro para a Sanidade e o Consumo mantém ainda, que a língua basca tem que ser vista polos trabalhadores como uma «soluçom» e nom como um «inconveniente» à hora de aceder a uma praça em propriedade na maior empresa pública do País Basco.

Em qualquer caso, reconhece que a acreditaçom dos perfis lingüísticos perderá peso na nota final ao ter uma «pontuaçom proporcional ao resto dos critérios» que avalia o tribunal. Nom significa necessariamente que o conhecimento da língua basca vá a pontuar menos, senom que conceitos como a antigüidade, a formaçom, a investigaçom ou as publicaçons «vam contar mais». As autoridades sanitárias fazem questom de que o basco «vai ter o peso que dite o sentido comum».

No anterior Governo, com o Partido Nacionalista Basco à frente, investírom-se 24 milhons de euros em quatro anos para pagar as substituiçons dos trabalhadores de Osakidetza (o serviço público de saúde) libertados para acreditar os perfis. Dos 890 empregados que deixaram seu posto no Serviço Basco de Saúde para aprender a língua do país ao início da passada legislatura -com um custo para as arcas públicas próximo aos 6,5 milhons de euros-, em 2008 libertaram-se 366 (4,8 milhons).

O número de pessoas que deixam seu posto para estudar «um mínimo de cinco horas diárias em um centro homologado» tem registado uma tendência à baixa nos últimos anos, conquanto é verdadeiro que a cada vez som mais os profissionais que aprendem o idioma por sua conta para apresentar aos exames.