As famílias bascas apostam pola língua própria na escola

As petiçons de ensino íntegro em língua basca multiplicam por 20 as de castelhano

Quarta, 17 Fevereiro 2010 00:00

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Apenas 144 pais têm pedido modelo bilingüe em centros onde nom existe

PGL – Um total de 104 famílias bascas -86 em Biscaia, 18 em Álava e nengumha em Guipúscoa- têm solicitado matricular os seus filhos de dois ou três anos em língua castelhana em colégios que nom ofertam o modelo A. Deste modo, educaçom nom oferecerá aulas em castelhano no País Basco.

Trata-se de dados provisórios mas, segundo confirmárom fontes do Departamento da Educaçom, nengum centro educativo da comunidade autónoma, quer seja público ou concertado, atinge a cifra de referência das 20 solicitaçons que permitiria propor a abertura de novas aulas em espanhol.

Nem sequer, segundo as mesmas fontes, há algum colégio que some um mínimo de 15 pré-inscriçons , como propôs o Partido Popular.

No fechamento da campanha de pré-inscriçom, que finalizou na passada sexta-feira, as autoridades educativas contabilizárom 728 solicitaçons do modelo A para meninos de 2 anos, com umha diferença enorme perante as 4.077 inscriçons do modelo B (bilingüe) ou as 13.436 do modelo D (basco). As petiçons de ensino na íntegra em língua basca multiplicam por 20 as de castelhano. A procura do modelo A representa, portanto, só 4% do total das 18.241 pré-inscriçons de novos alunos, 661 mais que o curso anterior.

As petiçons dessas 104 famílias têm podido ser contabilizadas neste ano polo novo sistema informático implantado polo Departamento de Educaçom. Som, na teoria, pais que, tal e como sustentam o PP e a Plataforma por la Libertad de Elección Lingüística (Plataforma pola Liberdade de Eleiçom Linguística), nom podiam matricular os seus filhos no idioma de sua preferência devido a que alguns centros tinham decidido retirar «unilateralmente» as linhas em castelhano polas «pressons» dos anteriores Governos nacionalistas em favor da língua basca. Umha demanda que supostamente permanecia «oculta», e que o Executivo de Patxi López se propôs visualizar ao permitir computá-la.

No entanto, tal e como revelam as estatísticas, as petiçons nom som o suficientemente relevantes para poder reabrir essas linhas extintas, fundamentalmente em centros marcados religiosos. Em princípio, «nom parece que vaia variar a proposta», indicam da conselharia, ainda que haveria lugar para a possibilidade, embora esta seja remota, de que alguma linha D se reconvertesse em B; de facto, 144 pais têm pedido modelo bilingüe em centros onde nom existe.