Pedem 200 euros de multa a umha mulher que nom quijo falar castelhano na Catalunha

A fiscal di que 'algo teria feito para que a denunciassem'

Quinta, 25 Fevereiro 2010 00:00

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PGL – A fiscal do caso da mulher que se negou a falar castelhano no aeroporto de Girona e que foi vexada e detida por este motivo, pede para ela umha multa de 200 euros (5 euros durante 40 dias) por «contradiçons com os seus testemunhos» e porque «algo deveria passar para que a denunciassem».

A moça está acusada de desobediência e de falta de respeito à autoridade, segundo a versom dos agentes da Guarda Civil que a increpárom quando se negou a responder em castelhano. Os dous assegurárom durante o julgamento que a mulher estava «muito alterada» e mantinha um atitude «hostil e degradante».

Inicialmente afirmárom que as câmaras de segurança tinham registado os incidentes provocados pola acusada, mas na hora da verdade nom pudérom contribuir nengumha prova nem testemunho que reafirmasse a sua versom dos fatos. A juíza teve de pôr intérpretes aos agentes porque nom entendem o catalám, apesar que o incidente se produziu há mais de 6 meses. 

Porém, o advogado defensor da mulher assegurou que a acusada fijo em todo momento o que se lhe pediu, como ensinar o BI ou ir até as dependências policiais, excepto falar castelhano, já que falar catalám é um direito legalmente reconhecido, e «em nengum caso uma falta de respeito».

A mulher negou ter insultado os agentes, e assegurou que todo se tinha iniciado por um bote de laca que nom podia subir ao aviom, fato que motivou um diálogo com uma vigilante de segurança.

Assegura que enquanto nom chegárom os agentes da Guarda Civil nom tivo nengum problema, e que fôrom eles os que iniciárom a discussom polo tema do idioma. A mulher e a sua família perdêrom o voo ao Alger que tinham previsto para aquele dia por causa do incidente com os agentes.