O castelhano perde prestígio nas relaçons comerciais

Qualificado pouco menos que de «lastro» para umhas relaçons económicas e comerciais ótimas no seio da Uniom

Sexta, 04 Fevereiro 2011 09:14

Atençom, abrirá numha nova janela. PDFVersom para impressomEnviar por E-mail
Engadir a del.icio.us Compartilhar no Twitter Compartilhar no Chuza Compartilhar no Facebook Compartilhar no DoMelhor

Diego López Garrido, responsável das relaçons da Espanha e a UE

PGL - O 'prestígio universalista' que gostam de invocar os defensores do supremacismo espanhol ao falarem do castelhano, está a ser colocado em questom. No caso da UE, este idioma viu reduzido o seu uso a «língua nom prioritária» nas mais altas  instâncias de gestom da Uniom , neste caso referidas às relaçons económicas e comerciais.

Nom chega, pois, o castelhano ao status que têm atualmente língaus como inglês,  francês ou mesmo o alemám, estes tres como os idiomas comuns da comunidade. Assim foi resolvido a 27 de janeiro de 2011 pola Comissom de Assuntos Jurídicos do Parlamento europeu em que se tratava um registo comunitário de patentes. Doze dos países que conformam esta organizaçom rejeitárom incluir o castelhaon como língua válida para registar qualquer inovaçom da propriedade inteletual ou industrial.

O responsável espanhol de relaçons com a UE, Diego López Garrido, defendeu com insistência o uso do castelhano, sublinhando a «discriminaçom» amparada por Barnier, Comisário do Mercado Interior francês, impulsor do acordo.

Com a criaçom deste Registo único, válido para todos os países participantes, procurou-se a poupança nas despesas de traduçom e validaçom, que acham ser um «obstáculo» na competitividade de  investigadores e empresários europeus frente aos dos Estados Unidos.

Surgiu no PP Europeu

O comportamento da Europa com o Estado espanhol parece-se muito com o que a própria Espanha dá às línguas das naçons que a integram. O PP, que se opom ao uso do galego, catalám e basco no Senado espanhol, viu como o PP europeu promoveu esta exclusom do castelhano no âmbito da Uniom. É agora que reclamam, junto com o PSOE, «igualdade de trato» para todos os membros, quando nas fronteiras interiores praticam o contrário.