Lei de Línguas do Aragom continua ameaçada polo Governo PP-PAR

Após dous anos da aprovaçom da Lei de Línguas do Aragom nas Cortes autonómicas, e sete meses depois da tomada de posse do Executivo autonómico fruito do pacto PP-PAR, a Deputaçom Geral do Aragom (DGA), representada pola Conselheira de Cultura, Dolors Serrat, catalano-falante nascida em Ripoll, acedeu a reunir-se com o Conselho Superior de Línguas que deve velar pola promoçom e a proteçom das línguas próprias da comunidade (aragonês e catalám). Juntamos a crónica do blogue Lo finestró del Gràcia.

Quarta, 18 Janeiro 2012 11:15

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O Conselho Superior de Línguas do Aragom é um organismo que representa às Cortes e ao Governo do Aragom e à Universidade de Saragoça

Lo finestró del Gràcia No passado dia 11 reuniu-se em Saragoça o Conselho Superior de Línguas do Aragom com caráter extraordinário. Além do seu presidente, José Bada, e dos conselheiros, assistírom a conselheira da Cultura, Dolors Serrat, e o diretor-geral do Património, Javier Callizo.

Havia bastante tempo que o Sr. Bada se tentara reunir com a conselheira sem sucesso. Nom se vazou grande cousa dos assuntos tratados, embora, segundo informaçons de fontes próximas, a reuniom decorreu num ambiente descontraído, tanto por parte da Sra. Serrat como dos outros participantes. Também transcendeu que a Conselheira dixo que nom entra nos projetos do Governo a revogaçom da Lei de Línguas, embora estejam estudando introduzir mudanças nalguns artigos que, segundo as interpretaçons da Conselharia e do próprio Partido Popular, som muito imperativos ou coercitivos.

Se figermos caso das manifestaçons que em várias ocasions figérom membros relevantes do Partido Popular, a obrigaçom das instituiçons públicas na Faixa de recepcionar e responder escritos em catalám, ou em aragonês, nos correspondentes territórios, é umha parte a modificar. Como cólofon, gostaria de expressar a minha convicçom de que lhes será muito difícil encontrar artigos ou parágrafos da Lei que, com a lógica ou o sentido comum como norma de interpretaçom, poda ser qualificado de coercitivo. O que nos leva a concluir que poucas mudanças poderám fazer à lei atual, que temos tantas vezes qualificado de timorata. Enquanto isso, estám a se esgotar os termos do seu desenvolvimento e implementaçom.

 

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