Um grupo de reformados de Maiorca inicia umha greve de fame pola língua

A Obra Cultural Balear apoia-os e volta a exigir ao Governo balear que detenha a sua política contra o catalám

Sexta, 02 Março 2012 16:34

Atençom, abrirá numha nova janela. PDFVersom para impressomEnviar por E-mail
Engadir a del.icio.us Compartilhar no Twitter Compartilhar no Chuza Compartilhar no Facebook Compartilhar no DoMelhor

PGL - Jaume Bonet, membro de Jubilats per Mallorca, iniciou ontem de manhá em Palma de Maiorca umha greve de fame polo desprezo e a indignidade com que o Governo das Baleares trata a língua catalá e polo anteprojeto de alteraçom da Lei da Funçom Pública.

Bonet quer "conseguir que os seus argumentos cheguem a muita gente e que alguns dos parlamentares e membros do PP que nom estám satisfeitos com este ataque à língua que fai o governo ao qual apoiam se reqüestionem o seu voto". O protesto tem o apoio da Obra Cultural Balear (OCB) e mais adiante terá também o suporte e o acompanhamento de Batromeu Amengual.

A greve de fame nos dous casos é indefinida mas há pronta umha equipa médica que fará o acompanhamento de maneira desinteressada. Jaume Bonet explica que "umha greve de fame nom é um jejum de saúde, e prolongá-la sempre comporta perigo... Nom quero morrer, mas queremos jogar forte. Nom queremos que ninguém passe pena por nós".

Por seu turno, Maties Oliver, presidente do coletivo Jubilats per Mallorca, justificou a necessidade de luitar contra os ataques que está a sofrer a língua própria das Ilhas Baleares e lembrou, por exemplo, que minguou a presença do catalám em Radiotelevisom balear (IB3).

A OCB, por sua vez, assegura apreciar e respeitar a decisom tomada por estes reformados e torna a exigir ao presidente do Governo balear, José Ramon Bauzà, que detenha a sua política de beligeráncia contra a língua própria e considera que o presidente ainda está a tempo de rectificar e voltar ao consenso em matéria de língua, como lhe tenhem pedido reiteradamente Concelhos de vária cor política, sindicatos, juristas, sectores da Igreja católica, a oposiçom parlamentar, membros notáveis do seu próprio partido e mais de 12.000 cidadaos que apresentárom alegaçons contra a reforma.

 

Grupo de reformados em greve de fome | Foto: Racó Català

 

+ Fonte original: