Governo do Aragom tramitou a lei que marginaliza as línguas aragonesa e catalã

O PP trabalha por marginalizar estas línguas desde que regressou ao poder na regiom

Segunda, 06 Agosto 2012 00:00

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PGL - Como informávamos há um mês e meio, o Governo da regiom espanhola do Aragom continua dando passos na sua batalha contra as línguas autóctones dessa comunidade autónoma: o aragonês, falado a norte da província de Huesca, e o catalão, falado na faixa oriental das três províncias que a compõem. O novo episódio foi a tramitaçom da lei que as marginaliza.

Desde que o PP regressou ao poder na regiom após vencer nas eleições de maio de 2011, a atual presidenta, Luisa Fernanda Rudi, trabalha para modificar a legislaçom a fim de garantir a supremazia do castelhano. Rudi, ex-autarca de Saragoça (1995-2000) e ex-presidenta do Congresso espanhol (2004-2004), nom se importou até o momento por ter em contra a oposiçom ou o Conselho Escolar do Aragom.

Precisamente, o Conselho Escolar, único órgão consultivo da regiom, rejeitou as modificações legais que pretende o PP porque o novo texto nem sequer nomeia explicitamente as línguas aragonesa e catalã. Aliás, tampouco garante o ensino nem do catalão nem do aragonês nos territórios em que são as línguas autóctones. No caso concreto do catalão, comarcas como Matarranya ou La Llitera votaram moções favoráveis a esta língua. Ainda, as Câmaras municipais de Saragoça, Mequinensa e Areny de Noguera também se pronunciaram a favor das línguas da regiom. Como curiosidade, em Mequinensa o apoio foi unânime, também da única pessoa em representaçom do PP.

 

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