Jornada 'Resistências no agro galego', com Lídia Senra e Afonso Touceda

Amanhá, dia 31, às 18h na Biblioteca Municipal de Ordes

Quinta, 30 Julho 2009 00:00

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A associaçom tem um blogue no serviço de hospedagem da AGAL

AC Foucelhas – A Associaçom Cultural Foucelhas continua com a sua actividade após a apresentaçom do passado dia 17 de Julho, na que meio cento de pessoas nos acompanhárom no Bar Orellas na palestra do historiador Uxío-Breogán Diéguez, director da revista Murguía.

Com o título 'Resistências no agro galego', Lídia Senra e Afonso Touceda falarám acerca dos problemas do agro, de especial importância social na nossa comarca, e de projectos para poder viver nele com dignidade.

Lídia Senra nasceu na Póvoa do Brolhom no ano 1958, e começou a militar no Sindicato Labrego Galego em 1976. Tem umha exploraçom agrária em Vedra, fai a venda directa dos seus produtos e emprega as técnicas labregas tradicionais. Desde 1989 ocupou o cargo de secretária-geral do SLG, foi membro da Executiva da Coordenadora Labrega Europeia durante quatro anos. Participou nos foros sociais de Florença, Paris e Londres, e fai parte da associaçom camponesa internacional 'Via Campesina'. Nesta última organizaçom, na seqüência da sua IV Conferência Internacional (São Paulo, Junho de 2004) resultou eleita como membro da Comissom Internacional de Mulheres em representaçom da Europa. Actualmente é secretária de Organizaçom do SLG.

Afonso Touceda é um dos fundadores do projecto Amorodo, umha iniciativa para a promoçom da agricultura sustentável, nas comarcas do Sar e da Amaía, iniciada no ano 2006. Para além da produçom sustentável e do consumo de alimentos saudáveis procura-se também o restabelecimento da relaçom directa entre produtor/a e consumidor/a, garantia da qualidade dos produtos e da permanência das formas tradicionais de produçom. Os principais beneficiários do projecto som as mulheres e a juventude, normalmente os sectores mais maltratados laboralmente.

Na actualidade englobam cerca de 30 produtores, com vistas a transformarem-se em pequenas empresas mantendo o comércio tradicional, e com expectativas de seguir crescendo devido ao grande número de pessoas interessadas no projecto.

 

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