Comunicado de Agir: Decreto do PP a cair

Perante a impossibilidade de convocar agora umha greve no ensino, Agir chama os estudantes para saírem às ruas demonstrando o seu descontento

Quarta, 30 Dezembro 2009 00:00

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AGIR – Ao que parece, a semana que começou será o momento em que o Partido Popular apresentará a proposta de novo decreto para o galego no ensino. Como já denunciamos há uns dias, o governo autonómico escolheu esta época do ano, pouco favorecedora para o debate e a reflexiom tendo a escola como centro, para anunciar a sua política lingüística no ensino.

Semelha que nom estám confiados na popularidade dumha administraçom pragada de elementos espanholistas que, quer queiram, quer nom, nom tenhem muito eco na Galiza real por muitas eleiçons que eles ganharem.

Agora que se espera com inquietaçom a apresentaçom no conselho de governo polo departamento de Jesús Vázquez do decreto, o PP volveu reiterar a palavra de ordem do bilingüismo harmónico. Assim, assegurou que o novo decreto garantirá que o alunado adquira a mesma competência em galego e em espanhol.

Farsa

Se isto for certo (igual competência em ambas línguas), a derrogaçom do decreto anterior procederia por ser claramente insuficiente. O nível de conhecimento do idioma nacional é consideravelmente inferior ao da língua dominante e imposta, o espanhol. Só um exemplo basta: para adquirir umha competência em galego similar à que tenhem em espanhol a juventude espanholfalante, precisaria-se de que esta usasse o galego ao menos tanto como o espanhol. Pois como senom mediante o uso se pode acreditar e manter a competência numha língua?

Mas a ninguém enganam. Tod@s sabemos que a competência em galego da nossa juventude é o que menos importa à direita espanhola, a dúzias de direcçons de centros escolares da Galiza (nomeadamente os privados) e a centos de professores/as que tenhem que usar a nossa língua porque ensinam no país onde é própria.

Greve já

Malia ser impossível agora convocar umha greve no ensino para pressionar antes da apresentaçom do decreto, nunca será tarde se conseguimos fazer umha demonstraçom de força e juntamos a rebeldia nacional de milhares de estudantes nas ruas da Galiza.

 

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