Almuinha critica Concelho de Marim por falta de objetividade na concessom de subvençons culturais

Estamos ante umha autêntica trapalhada que só serve para dar-lhe apariencia de legalidade ao que em realidade é um reparto a dedo das ajudas municipais

Terça, 19 Março 2013 11:48

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A. C. Almuinha - A A. C. Almuinha leva trabalhando mais de cinco anos pola defesa da língua e cultura galega na nossa vila, mas só em 2008 foi beneficiaria dumha subvençom. Em março de 2012, o Concelho de Marim publica no BOP umha convocatória de ajudas às associaçons culturais.

Os critérios para a adjudicaçom das ajudas som: o uso da língua, o interesse geral das atividades, a capacidade de se autofinanciar e a promoçom da cultura de Marim. O limite de pontos em cada criterio é cinco. Na A. C. Almuinha pensamos que 3 critérios, dos 4 propostos, som totalmente subjetivos, mas hai um que é totalmente objetivo: o uso da língua galega, pois os 100% das nossas atividades, bem como as nossas comunicaçons, tanto internas como externas, som em galego. Mas no Concelho de Marim dam-nos 3 pontos polo uso do galego mentres outras entidades que presentarom a documentaçom em castelhano e nom empregam o galego em nengumha das suas comunicaçons levam 2 pontos!

Já nom imos falar da nossa capacidade de auto-financiamento, nem do interesse geral das nossas atividades ou da promoçom da cultura de Marim, pois som criterios totalmente subjetivos e polos quais nos dam pontuaçons mínimas, mas de outra banda, algumhas das entidades beneficiárias apresentárom documentaçom insuficiente, como umha fotocópia dum cartaz de atividades. Aliás, umha das pessoas que formarám parte da comissom para a baremaçom pertence a umha associaçom que solicita ajudas; duas entidades apresentárom a mesma documentaçom; algumha outra apresentava documentaçom de cartazes em que constava a colaboraçom da Deputaçom e apesar disso certificavam que nom receberam nengumha subvençom; ou incluso há quem é beneficiária dumha quantia superior aos 50% do orçamento apresentado, o qual nom permitem as próprias bases da convocatória.

Em definitiva, estamos ante umha autêntica trapalhada que só serve para dar-lhe apariencia de legalidade ao que em realidade é um reparto a dedo das ajudas municipais.