Fabricaçom e socializaçom de ideias num sistema cultural emergente

O grupo Galabra da USC investiga sobre a identidade galega que criou a Restauraçom Borbónica na Galiza de 1968 a 1982

Sábado, 18 Julho 2009 00:00

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Os investigadores analisam um dos períodos de maior importância da historia galega contemporânea que, no entanto, está escassamente estudado

PGL - Cristina Martínez, Vítor Suárez, Carlos G. Figueiras e Roberto Samartim apresentam um estudo sobre o chamado período de Transiçom, no que é reelaborado um corpus ideológico sobre a identidade diferenciada da Galiza.

Os cruciais 14 anos dos que fala o estudo, amoldárom as instituçons e grupos que conformam a estrutura social, política e económica da Galiza actual, assim como os discursos empregados por todos eles.

Cristina M. Tejero analisou o corpus ideológico sustentado polos grupos com maior grau de institucionalizaçom, que liderarám o processo de transiçom política imediatamente posterior e a construçom político-cultural do actual regime autonómico. Vítor Suárez Díaz centrou a sua análise na relaçom entre a identidade nacional e a ideia de classe promovida polos grupos da esquerda em 1972, ano das greves em Ferrol e Vigo e do assassinato de Amador Rey e Daniel Niebla pola polícia franquista. Finalmente, Carlos Figueiras centrou-se na construçom do discurso identitário realizada polos agentes e grupos do campo cultural galego, e as homologias existentes entre eles e os agentes e grupos do campo do poder.

Os conferencistas, denunciárom que a oposiçom política abandonou as suas reivindicaçons na procura de umha «pretendida paz social» e dun acordo político pilotado polos sectores sociais que já eram hegemónicos nos últimos anos da ditadura.

Já no fim da apresentaçom dos estudos, que tivo lugar no Congresso da Associaçom Internacional de Estudos Galegos, iniciou-se um debate no que participárom, entre outros, os professores Arturo Casas ou Elias Torres Feijó, que falárom do importante papel que jogárom as vozes do exílio na produçom do discurso na Transiçom e da diferença existente entre a importância real das achegas do galeguismo históricos, centrados ao redor da figura de Piñeiro e da editorial Galaxia) e a percepçom real que actualmente se tem do seu impacto.


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