Só uns poucos centos de antigalegos na manifestaçom da Corunha em defesa do castelhano

O movimento antigalego exibiu a sua falta de unidade interna com a ausência de Galicia Bilingüe, do PP e de UPyD

Atençom, abrirá numha nova janela. PDFVersom para impressomEnviar por E-mail
Engadir a del.icio.us Compartilhar no Twitter Compartilhar no Chuza Compartilhar no Facebook Compartilhar no DoMelhor

Cartaz elaborado polas organizações ridiculistas galegas

PGL - No passado domingo 19, a manifestaçom pola primazia do castelhano (la lengua común) e contra do decreto no galego do ensino só conseguiu juntar uns poucos centos de pessoas na Corunha. Contudo, e apesar da proibiçom, vários ridiculistas e alguns contra-manifestantes conseguírom 'infiltrar-se', inflando artificial e retranqueiramente a cifra final oferecida pola Polícia.

A marcha, convocada oficialmente pola Mesa por la Libertad Lingüística, recebeu o suporte de várias organizaçons da extrema direita, assim como do Foro de Ermua (antinacionalistas bascos) e de um par de associações isolacionistas e anticatalanistas do Aragom ademais da organização fascista Democracia Nacional. O zelo policial exibido contra os ridiculistas e os contramanifestantes nom foi aplicado também com membros da mencionada Democracia Nacional.

 

 
 

Precisamente, resultou esclarecedor da fraqueza do evento a maciça presença de pessoas vindas de fora do nosso país (além dos colectivos apoiantes), assim como a ausência de Galicia Bilingüe e de dos partidos espanholistas PP e UPyD. Estes factos parecem a encenaçom e constataçom da crescente divisom que se vê desde há tempo no movimento antigalego no meio de troca de acusações de «partidismo» e «assumpção de protagonismo».

 

 
 

Presença ridiculista

Nada mais conhecer-se a convocatória da manifestaçom, os colectivos ridiculistas Tan Gallego como el Gazpacho, La Mesa contra el Libertinaje Lingüístico e Sei o que nos Figestes... nos Últimos 525 Anos fizérom saber publicamente a sua adesom (retranqueira) à marcha. Divulgárom pola internet um cartaz convidando a assistir e também umha faixa com o sugerente lema En Galicia, en castellano, que em certa maneira resume o pensar de muitas das pessoas que lá acudírom. No entanto, as forças de segurança retivérom umha parte importante dos retranqueiros, requisárom-lhes o material e obrigárom-nos a se identificarem.

 

 Foto: www.seioque.com

 

Lemas

A seguir, transcrevemos alguns dos lemas que se ouvírom ou lêrom na marcha. Mesmo que poda parecer o contrário, estes nom fôrom elaborados por nenhuma das organizações ridiculistas.

 

Normalización no. Somos normales (y nuestros hijos también).
Libertad de lengua. No a la imposición
Vivir en gallego. Vivir en español. ¡Vivir en libertad!
¡Libertad! ¡Decreto no!
¡Normalización es imposición!
¡Somos normales, queremos libertad!
¡Expresión! ¡Libertad!
¡Habla, habla, habla como te dé la gana!
 
 

 Foto: www.seioque.com

 

Faixa retirada ao Centro Social Gomes Gaioso

É de destacar também que, segundo informam do Centro Social Gomes Gaioso, a polícia retirou umha faixa que sócias e sócios desse Centro Social tinham dependurado na praça Sam Jorge, com a legenda «Na Galiza em Galego». Ainda, a polícia identificou as pessoas, acusando-as de «desordens públicos», além de obrigar a apagar o material fotográfico a um fotográfo que estava a acompanhar o acto.

 

 Foto: CS Gomes Gaioso

 

 + Ligações relacionadas:

 

 [Actualizaçom a 29 de Outubro de 2008] 

+ Vídeo En Galicia en Castellano:

 

http://www.seioque.com