O catalám Tardà acusa a Junta de fazer «genocídio» com o galego

O dirigente independentista considera necessário «processo de descastelhanizaçom» no Estado espanhol

Segunda, 14 Dezembro 2009 00:00

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PGL - Numa recente entrevista para o diário Xornal de Galicia, o político catalám Joan Tardà, da Esquerra Republicana da Catalunya (ERC), acusou a Junta de fazer «genocídio dissimulado» com a nossa língua.

Para Tardà, natural do País Valenciano, o Estado espanhol presume de «moderno» e de liderar as causas da «justiça universal» quando, ao tempo, é «umha vergonha» que as línguas minoritárias e minoradas nom tenham garantida a sobrevivência.

O dirigente independentista situa a causa deste e de outros problemas em que no Estado nom chegou a dar-se um «processo de descastelhanizaçom». Na sua opiniom, se as forças políticas espanholas «assumiram realmente o seu passado», estas teriam feito um processo de descastelhanizaçom, «paralelo ao de desfranquizaçom».

Segundo Tardà, a preeminência da língua castelhana «forma parte do ADN dos democratas espanhóis», circunstáncia que, nas suas palavras, lhe faz lembrar «a política dos Reis Católicos com o Reino da Galiza: a doma e castraçom». A entrevista conclui sentenciando que se a sociedade espanhola tivesse assumido que «fascismo é igual a genocídio cultural e lingüístico, os democratas da Espanha, a esquerda espanhola, seria activa e combativa polas línguas minoradas».

 

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