Franco Grande: «A RAG nom me parece demasiado útil para o país»

Em sua opiniom, seria mais importante um director-geral de Política Lingüística «com dous dedos de frente» ou um conselheiro da Educaçom «com mais senso comum».

Quarta, 06 Janeiro 2010 12:02

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PGL - O diário digital Galiciaé (do Grupo El Progreso) publica umha entrevista com o escritor e advogado Xosé Luís Franco Grande, quem deu nos prelos recentemente um livro no qual recolhe a correspondência mantida durante 35 por Ramom Pinheiro.

Membro também da Real Academia Galega, na entrevista deixa claro o afastamento de umha instituiçom pola qual «há mais de quatro anos» que nom passa, e fai ver que nom é o único académico que age de similar maneira. Perguntado pola possível candidatura de Ferrín à Presidência da RAG, Franco Grande é rotundo: «da Academia sei menos do que qualquer um que nom seja académico».

Mais adiante revela que no momento actual a RAG «nom me interessa nada», pois «nom me parece umha instituiçom demasiado útil para o país». Ao seu ver, seria muito mais importante que Galiza tivesse um director-geral de Política Lingüística «com dous dedos de frente» ou um conselheiro da Educaçom «com mais senso comum».

Livro

O livro que Franco Grande deu recentemente nos prelos chama-se Cando o futuro comezaba. Correspondencia 1955-1990. Nele compilam-se a correspondência epistolar com Ramom Pinheiro nos últimos 35 anos. Em sua opiniom, é umha achega que contribui a aclarar o labor de Pinheiro na década de 50 do século XX, «dos quais se sabe muito pouco ou nom se quer saber. Muitas vezes dim-se cousas absurdas».


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