éMundial: Uxía reivindica em entrevista o caráter mundial da língua galega

«Gravei no Brasil para demonstrar que a nossa língua é mundial e que atravessa o coraçom deste país gigante»

Sexta, 01 Julho 2011 08:15

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Para Uxía, que gravou o seu último disco no Brasil, essa terra e a Galiza som dous velhos amigos que se estám a (re)encontrar

PGL - Na seqüência da programaçom do éMundial, a cantora Uxía intervirá numha mesa redonda sobre Festivais da Lusofonia. Ela participará como rosto visível dos Cantos na Maré, junto com a portuguesa Diana Mira (Festival Andanças) e o galego Manolo Soto (Festival de Poesia do Condado).

Aproveitando esta circunstância, bem como a recente publicaçom do disco Meu Canto, com o qual a artista comemora 25 anos de trajetória profissional, da organizaçom do éMundial publicárom umha alargada entrevista com a cantora.

Nela, Uxía repassa as origens dos Cantos na Maré, em 2003, criado com o objetivo de, através da língua e da música, traçar «um mapa comum entre os territórios da Lusofonia que compartem raízes». Nas suas próprias palavras, Cantos na Maré «evidencia que desde a língua galega se podem tender pontes que nos acheguem a outras culturas emergentes, à vez que situam a nossa cultura no mundo».

Para a artista, os povos galego e brasileiro som «velhos amigos que se estám a (re)encontrar». Quando a Meu Canto, gravou no Brasil «para demonstrar que a nossa língua é mundial e que atravessa o coraçom deste país gigante com que partilhamos o nosso património oral e imaterial».

 

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