Séchu Sende: «Muitos dos problemas para a gente dar o passo e falar umha língua menorizada som psicológicos»

O professor e escritor participou num encontro no País Basco

Terça, 26 Julho 2011 08:27

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No encontro no País Basco recorreu à hipnose como método humorístico para denunciar o «absurdo» dos preconceitos contra o galego

PGL - Séchu Sende, autor de obras como Animais, participou recentemente no País Basco no Encontro Europeu de Jovens Falantes de Línguas Minoritárias/Menorizadas. Com motivo da sua presença, o professor e escritor foi entrevistado polo Diario de Álava, ao qual contou a sua experiência pessoal.

Segundo a publicaçom alavesa, Sende colocou a «nota de cor» na segunda jornada do evento graças a umha intervençom para a qual «botou mao dos seus conhecimentos em parapsicologia e hipnose», conta o diário. O objetivo, utilizar hipnose como «burla» e modo de denunciar o «absurdo» dos preconceitos criados contra o galego, quer os gerados por um próprio, quer os fomentados por quem governam no País.

«Quando era neno falava castelhano e num momento da minha juventude comecei a falar em galego. Foi daquela quando me dei de conta de que muitos dos problemas para a gente jovem dar o passo para começar a falar umha língua menorizada som psicológicos». Isto é, há umha série de condicionantes sociais que a comunidade gera «e que muitas vezes fai com que a nossa própria imagem nos crie inseguranças». Por isso, a hipnose é «um método surrealista, com muito humor, onde o que realmente se pretende ridiculizar é esse medo a falarmos nas nossas línguas».

Na alargada conversa para o Diario de Álava, Sende também expujo as suas opinions sobre a juventude, as políticas lingüísticas e a atitude do PP desde que regressou ao poder na Junta da Galiza.

 

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