Alexandre Banhos: «Nom se pode fazer política na Galiza, sem deixar de fazer política de língua»

O presidente da AGAL reflectiu sobre a situaçom actual do galego para o diário GZNación

Quarta, 13 Maio 2009 00:00

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O presidente da AGAL valorizou a situaçom actual do galego

PGL - O presidente da AGAL, Alexandre Banhos, foi entrevistado polo diário digital GZNación respeito da situaçom actual da língua galega e do movimento reintegracionista. Para Banhos, a Galiza está num processo «de livro» em matéria de substituiçom lingüística, motivo polo qual julga que «nom se pode fazer política na Galiza, sem deixar de fazer política de língua».

O presidente da AGAL lembrou que como factores positivos para a normalizaçom, a associaçom leva tempo a defender a introduçom do português padrom no ensino, o qual levaria para umha maior presença da nossa língua no sistema educativo. Umha outra reclamaçom na que a AGAL também leva tempo é a recepçom das televisões e rádios portuguesas na Galiza.

Alexandre Banhos também sinalou que cumprem políticas «que compactem os falantes» e que mudem o balizamento galego do universo hispânico para o lusófono.

O presidente da AGAL também se pronunciou sobre a mudança de governo na Junta. Lembrou que desde que se iniciou o processo 'normalizador', o uso da língua galega nom fizo mais do que decrescer, motivo polo qual assegurou nom esperar «nada de bom» do executivo de Núñez Feijóo.

O relacionamento com outras organizações reintegracionistas ou a manifestaçom de 17 de Maio som algumhas outras questões tratadas na entrevista.

 

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