Noite angolana na Gentalha do Pichel

No centro social O Pichel, no nº 21 da Rua Santa Clara; a entrada é livre

Quarta, 13 Julho 2011 07:01

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Este É Dreda Ser Angolano é um retrato em movimento das ruas de Luanda

PGL - Quinta-feira, dia 14, às 20 horas, um pedaço da Angola chega à Galiza com a projeçom do mambo tipo documentário É Dreda Ser Angolano. Depois de assistir ao filme haverá umha roda de conversa com dous dos seus autores, membros da família Fazuma, pola primeira vez em Compostela: Pedro Coquenão e Luaty Beirão.

Este É Dreda Ser Angolano é um retrato em movimento das ruas de Luanda, é umha conversa inesperada com o sotaque de Angola, é umha viagem de kandongueiro polos bairros da capital ao som da Rádio Dreda, que passa os sons do momento, o melhor do kuduro e do hip-hop mwangolé. Mostra tudo, sem cortes, sem véus e sem truques.

Os promotores da atividade consideram que «vê-lo é obrigatório», e que poder conversa depois com dous dos autores é «um verdadeiro luxo». Ainda, insistem em que se trata de umha oportunidade «a nom perder», sempre com o objetivo da troca de ideias, «estreitando verdadeiramente os laços entre a Galiza e Angola».

Tráiler

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Sinopse

Tudo começou com o disco Ngonguenhação, do Conjunto Ngonguenha. «Recebemos um CD no correio vindo da Matarroa», explicam os autores. A seguir escuitárom-no e comçárom a a ver luanda, «a abanar as ancas com os bitis, a mandar gargalhada com as historinhas e, de vez em quando, levando aquele murro no estômago». O disco tocou duas vezes seguidas no leitor «e hoje em dia já nem toca. Está gasto». Logo no momento sentírom que era «dos melhores discos que já tínhamos ouvido e que, mais do que boa música, era um documento que retratava Angola. E a nova Angola precisa de ser retratada e mostrada ao mundo».

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