Lançamento de 'Mordida', de Eugénio Outeiro, em Vila Garcia

Mordida, novo poemário de Eugênio Outeiro emprega a alimentação ao mesmo tempo como metáfora e realidade do nosso Tânatos quotidiano

Domingo, 20 Janeiro 2013 13:29

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PGL - A sala de atos da Escola Oficial de Idiomas de Vila Garcia será o cenário de um ato de lançamento do poemário Mordida, de Eugénio Euteiro. Será a dia 21 de janeiro às 20h. Organiza a equipa de normalização linguística.

A comida é o espaço em que se encontram o mercado e as tripas. Eugénio Outeiro reflecte sobre esta realidade no que é o seu segundo livro de poemas, empregando a alimentação ao mesmo tempo como metáfora e realidade do nosso Tânatos quotidiano.

Nado na Ilha de Arousa (Galiza) em 1976, mas já com sete anos levado para Ponte Vedra, Eugénio Outeiro define-se como poeta, budista zen, reintegracionista e professor de português. E no entanto, ainda que essa seja a ordem da sua preferência, talvez o tempo que dedica a cada coisa esteja a pedir uma inversão completa dos termos.

No ano 2002 viu publicado o seu primeiro livro de poemas, Às Vezes Vida, da mão da associação cultural Ateneo de Pontevedra. Também participou na obra colectiva 100 poemas – 100 voces editada pela Deputação de Ponte Vedra no mesmo ano, e é possível encontrar poemas seus em revistas como Ólisbos, Agália ou Sítio, em épocas e idades bem diferentes. Desde o ano 2003 mantém na rede o blogue pessoal Intra!, antes chamado Monólogos de Extramuros, em que, para além de opiniões, desenhos e traduções, começou a publicar alguns poemas da próxima obra em que está a trabalhar, com o nome provisional de Herança.

 

Mordida na Loja Imperdível