Lançamento de 'Mordida', de Eugénio Outeiro, em Ponte Vedra

Neste trabalho, Outeiro reflecte sobre a comida, empregando a alimentação como metáfora e realidade do nosso Tânatos quotidiano

Quinta, 07 Fevereiro 2013 09:40

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PGL - Sexta-feira, 8 de fevereiro, às 20h, a Galeria Sargadelos pontevedresa (sediada na rua da Oliva n.º 24) será o cenário em que Eugénio Outeiro apresentará o poemário Mordida. O ato é organizado polo Ateneu de Ponte Vedra e intervirám Xaime Toxo, escritor e presidente da entidade organizadora; Antón Sobral, artista e membro da diretiva, e o próprio Eugénio Outeiro.

A comida é o espaço em que se encontram o mercado e as tripas. Eugénio Outeiro reflecte sobre esta realidade no que é o seu segundo livro de poemas, empregando a alimentação ao mesmo tempo como metáfora e realidade do nosso Tânatos quotidiano.

Nado na Ilha de Arousa (Galiza) em 1976, mas já com sete anos levado para Ponte Vedra, Eugénio Outeiro define-se como poeta, budista zen, reintegracionista e professor de português. E no entanto, ainda que essa seja a ordem da sua preferência, talvez o tempo que dedica a cada coisa esteja a pedir uma inversão completa dos termos.

No ano 2002 viu publicado o seu primeiro livro de poemas, Às Vezes Vida, da mão da associação cultural Ateneo de Pontevedra. Também participou na obra colectiva 100 poemas – 100 voces editada pela Deputação de Ponte Vedra no mesmo ano, e é possível encontrar poemas seus em revistas como Ólisbos, Agália ou Sítio, em épocas e idades bem diferentes. Desde o ano 2003 mantém na rede o blogue pessoal Intra!, antes chamado Monólogos de Extramuros, em que, para além de opiniões, desenhos e traduções, começou a publicar alguns poemas da próxima obra em que está a trabalhar, com o nome provisional de Herança.