Ugia Pedreira e Fred Martins abrem a Rede de Músicas Soltas de Rianjo

Sexta, 22 Março 2013 09:43

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PGL - A Rede de Música Soltas de Rianjo inicia hoje, 22 de março, com um concerto de Ugia Pedreira e Fred Martins para apresentar nesta vila marinheira o disco Acrobata. O objetivo da rede é organizar concertos de apresentaçom dos projetos em ativo da música feita na Galiza, tanto por músicos daqui como forâneos que moram no País.

Os concertos sempre som umha sexta-feira às 20h30, no auditório de Rianjo. A venda de bilhetes é na porta do auditório 30 minutos antes de cada concerto, ao preço de 5€, havendo bono de 20€.

Acrobata nasce três anos depois de um encontro entre os dous artistas no Rio de Janeiro, em 2008. Um encontro entre duas realidades afastadas no espaço, o Brasil e a Galiza, mas próximas em tempos, ritmos poéticos e linguagens, onde as palavras emergem cobertas por um mesmo facto, o galego-português, e adornadas pola fusom da música popular de ambos países. Quer ser um disco intimista e singelo a fluírem os sentimentos desde o interior para volver a ele, mistura de sensibilidade e força.

Ugia Pedreira e  Fred Martins som artistas, cantantes e compositores já consagrados e reconhecidos no panorama artístico da Galiza e do Brasil. Ugia com projetos musicais como Nordestinas, Ecléctica Ensemble, ou Marful. Doutro lado, Fred Martins tem publicado já quatro discos como cantor e compositor com a colaboraçom de artistas universais do Brasil como Ney Matogrosso, Maria Rita ou Zélia Duncan.

Acrobata é o carrám, umha ave ártica que na sua viagem migratória a grande distáncia cara ao sul fai umha paragem para comer nas costas galegas. Também o acrobata é umha ave que mora na regiom sul do Estado da Bahia e que está em perigo de extinçom. É por isso que em palavras de Ugia e Fred este disco «dispom de asas como estas aves para que cada umha das cançons disponham da autonomia precisa para voarem ceives».

Com desenhos do artista gráfico Pablo Giráldez e cançons originais e próprias para as vozes do brasileiro e da galega, além de engadir algumhas colaboraçons muito importantes como as de Diego Galaz, Pedro e Pablo Pascual e Germán Díaz entre outros.

Foi gravado nos Estúdios Beograd, o Auditório de Galiza e o  Conservatório de Ourense. Este trabalho está produzido e dirigido por Pedro Pascual, misturado e masterizado em Savik-Sound (Caritel-Ponte Caldelas) com o técnico Xosé Trincado em março de 2011.

 

«Depressa a vida passa»
(Acrobata, 2011)

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