Duplo lançamento de Mário Herrero e Verónica Martínez em Lugo

Cada autor lerá poemas do último trabalho do outro

Sexta, 17 Janeiro 2014 11:24

Atençom, abrirá numha nova janela. PDFVersom para impressomEnviar por E-mail
Engadir a del.icio.us Compartilhar no Twitter Compartilhar no Chuza Compartilhar no Facebook Compartilhar no DoMelhor

O ato de lançamento é organizado pola Cultura do País

PGL - Sexta-feira, dia 17 de janeiro, às 20 h, haverá um duplo lançamento em Lugo num formato pouco visto na Galiza. Os poetas Mário Herrero e Verónica Martínez apresentarám os seus últimos trabalhos de maneira conjunta, mas lendo Martínez poemas de Herrero e vice-versa. Será no Lar da Cultura do País, local sediado no Carril das Hortas n.º 1 e também participarám Xemma Tedín (Através| Editora) e Alberte Momám (O Figurante Edicións).

Lusocuria, editado por O Figurante Edicións, é o mais recente trabalho da poetisa Verónica Martínez, quem recentemente recebeu umha mençom no certame poético Ilhas Sissargas por uma obra redigida na norma internacional da nossal íngua. A seguir reproduzimos a apresentaçom do livro conforme o site da editora:

Há palavras que doem e há palavras que libertam. Um work in progress em que Verónica Martínez Delgado deita uma impressão que evolui enquanto caminha, num sem-fim de reflexões íntimas sob uma realidade em transformação, que muda se a perceção, vítima dos acontecimentos, descobre novos caminhos. Um livro sempre inacabado, apreijado pela força e a intensidade do amor e do sexo, como expressão máxima do primeiro.

Outra Vida. 22 Poemas, uma Confissão e um Esclarecimento foi editado em 2013 pola Através | Editora e é apresentado na loja Imperdível nos seguintes termos:

É surpreendente ver como as palavras que não encontravas há mais de vinte anos surgem agora, espidas e terríveis, como aquelas mulheres que nunca amaste. Ou como aquelas que nunca existiram, apenas na imagem que delas construíste, triste amante adolescente, amargas lembranças de uma história que nunca ousarás escrever. Surgem agora os poemas que não escrevi há vinte e cinco anos. Fluem os versos e a cabeça explode.

A maior parte dos textos que compõem este breve catálogo de impudicas torpezas são produto de um estranho agosto, que agora, por fim, acaba de morrer. Ou que talvez nunca morra já na minha memória. E no meu corpo. De um agosto em que quebrei a minha vida de uma forma imprevista. De umas semanas plenas de ridícula fraqueza em que me destrui sem piedade.

 

 

[Prima aqui para alargar a imagem do cartaz]