A. C. O Facho celebra 50 anos com palestra sobre a história do associacionismo e ceia de confraternizaçom

O Facho é umha das primeiras associaçons culturais galegas

Segunda, 20 Janeiro 2014 07:41

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O Facho é umha das primeiras associaçons culturais galegas

PGL - A Agrupaçom Cultural O Facho celebra o 50º aniversário da sua constituiçom com umha conferência do professor Ricardo Gurriarán e umha ceia de irmanamento que decorrerám na Corunha no dia 24. Com estes atos O Facho recorda o início da redaçom dos seus primeiros Estatutos no ano 1963.

O professor Gurriarán falará sobre as agrupaçons culturais no salom de atos da ONCE no Cantom Grande corunhês, às 19h30, e logo a seguir, polas 21 horas, será a ceia no Hotel Riaçor. As reservas podem-se fazer ligando para Helena no 647 816 566, para Henrique no 619 536 540 ou enderçando umha mensagem eletrónica a santamarinac[arroba]hotmail.com. O preço por pessoa é de 20€.

Ricardo Gurriarán

O palestrante, Ricardo Gurriarán (Barco de Valdeorras, 1953), é doutor em História Contemporánea e forma parte do grupo de investigaçom HISTAGRA (História Agrária e Política do Mundo Rural) da Universiadade de Santiago de Compostela. É autor de numerosas publicaçons e coautor em livros coletivos sobre matérias tam diferentes como a guerra civil espanhola, a geografia e minaria de Valdeorras, a história da investigaçom científica na Galiza ou os movimentos estudantis durante a ditadura franquista, entre outras. Como parte da Fundación 10 de Marzo (F10M) coordenou umha exposiçom sobre a história do associacionismo galego, na qual colaborou o Consello da Cultura Galega (CCG).

História do associacionismo

A F10M, em colaboraçom com o CCG,elaborou a exposiçom itinerante ««Um canto e umha luz na noite. Associacionismo cultural na Galiza (1961--1975)», cujo propósito é divulgar a história das associaçons culturais galegas nos derradeiros quinze anos da didatura de Franco. A amostra inicia em 1961, com a constituiçom do Galo em Santiago de Compostela, e continua relatando o surgimento doutros coletivos no resto do País, como O Facho (Corunha, 1963) ou Abrente (Riba d'Ávia, 1969). Ao redor delas foi-se criando umha infraestrutura cultural com editoras, livrarias e mesmo cinema e rádio. A amostra foi acompanhada de um catálogo com artigos de Antón Santamarina, Henrique Harguindey, Camilo Nogueira, Xosé María Palmeiro, Xosé Luís Chao, Xosé Carlos Sierra, Lalo Gutiérrez, Manuel Lourenzo, Tino Caamaño, Alfonso Vázquez Monxardín, Antón Costa, Miguel Anxo Seixas, Manuel F. Rodríguez, Euloxio R. Ruibal, Elias Torres Feijó, Martinho Montero Santalha, Luís Álvarez Pousa, Xesús Alonso Montero, Malores Villanueva e Manuel Caamaño.