A SCD do Condado homenageia Manolo Soto

Mais de vinte grupos, poetas e amigos participam na homenagem ao ativo militante sindical e vizinal que terá lugar em Salvaterra

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PGL- Este  sábado  8  de  fevereiro,  desde  as  19h00,  terá lugar  na  sua  natal  Salvaterra  de Minho umha homenagem a Manolo Soto. Organizada pola Sociedade Cultural e Desportiva (SCD) do Condado,  da  que foi fundador  e  activista,  esta  homenagem  quere  lembrar  o ativo militante sindical e vizinal após um ano do seu falecimento.

Poetas, humoristas, grupos musicais,  camaradas e um grade grupo de amigos e amigas do alcunhado 'O Rata' enchem o programa do  sábado, ao que  se  venhem de incorporar o  grupo  vigués  LiskaO Son  da  Triga.  Compartilham  o  painel musical  com  Tino Baz, Xurxo Souto, Uxía, A Quenlla, Colectivo O Xestal e Os Cuncheiros. Estes últimos vam ser os que inaugurem a homenagem depois de fazer uma ruada pola vila durante a tarde.

Ademais, os e as poetas Manolo Pipas, Nolim González, Tanxerina, José Viale Moutinho, Daniel  Salgado,  Xosé  María  Álvarez  Cáccamo,  Marta  Dacosta,  Brais  González,  Mª  do Carme Kruckenberg, Iñigo Aranbarri e Kiko Neves vam contribuir com os seus versos ao acto.

Também  está  previsto  que  intervenham  os  companheiros  do  comité  de  empresa  de CEMSA, Antom Árias Curto, Abraám Alonso, e pessoas com as quais Manolo Soto militou na Junta de Vizinhos/as do Condado, na SCD do Condado, e noutros projetos.

Os  humoristas  que  tenhem  participado  no  Festival  da  Poesia,  e  no  Encontro  de Humoristas que se tem realizado vários anos, também quigerom fazer o seu contributo a este ato. Pepe Carreiro –autor da caricatura que se ve no cartaz-, Xosé Lois ou Xaquín Marín enviarom ilustraçons que se poderám ver o sábado em Salvaterra.

Manolo  Soto  foi  membro  fundador  da  SCD  do  Condado  e  faleceu  em  5  de  fevereiro  de 2013  por  causa  dum  cancro  de  pulmom.  Ativo  militante  sindical  –no  SOC  e  na  CIG- e  membro  do  comité  de  empresa  de  CEMSA,  foi  concelheiro  em  Salvaterra  de  Minho, impulsionou múltiplas atividades sociais, anticaciquis e culturais a nível comarcal, entre as quais salienta o Festival da Poesia, e passou quase dous anos na cadeia, da qual saiu em liberdade sem cargos, acusado de pertencer ao EGPGC.

 

 

Cartaz do evento com a ilustraçom de Pepe Carreiro

 

Manolo Soto, por Xaquín Marín