CIG-Ensino renova o chamamento para a potenciaçom do português como segunda língua estrangeira

O sindicato majoritário anima ao Presidente Feijó a passar das palavras ao factos

Segunda, 04 Abril 2011 00:00

Atençom, abrirá numha nova janela. PDFVersom para impressomEnviar por E-mail
Engadir a del.icio.us Compartilhar no Twitter Compartilhar no Chuza Compartilhar no Facebook Compartilhar no DoMelhor

PGL - Mais um ano CIG-Ensino persevera na campanha para potenciar a oferta de Português como segunda língua estrangeira. Solicita aos professores que exteriorizem a procura real e à Conselharia que facilite a oferta do que só pode ser uma importante vantagem para todos.

As principais razons que aduz o sindicato para demandar a potenciaçom das aulas desta matéria som as seguintes:

O conhecimento do português influi na valorizaçom positiva do galego e reforça a aprendizagem do nosso idioma. Por outro lado, é umha estratégia mais para a normalizaçom lingüística, pois som muitos os produtos que o nosso alunado nom encontra em galego e aos que poderia aceder em português: DVD’s, programas informáticos, material de quiosque, certos gêneros musicais, livros técnicos e super-vendas, Internet, etc. O contacto com o português proporcionaria-lhe assim umha alternativa, contribuindo a frear a progressiva castelhanizaçom da mocidade galega.

A proximidade física dos centros galegos com Portugal favorece a prática e o uso da língua que está a ser estudada nas aulas. Neste contexto, o alunado galego é o mais capacitado da UE para aprender português, dada a sua proximidade com a língua galega, podendo, em pouco tempo, alcançar um nível aceitável, o que torna a matéria numha oferta atrativa para o alunado por extraordinariamente econômica.

O domínio da língua portuguesa aumenta as saídas laborais do nosso alunado. Cada vez som mais as empresas galegas que trabalham com Portugal ou para Portugal e demandam pessoas conhecedoras da sua língua. Também o Eixo Atlântico e a criaçom da eurorregiom Galiza-Norte de Portugal contribuem a acrescentar as relaçons institucionais e de todo tipo a ambos os lados da fronteira. O português é língua de trabalho da UE, do MERCOSUL, da OEA e a Uniom Latina, entre outros organismos supra-estatais, e é falado por mais de 200 milhons de pessoas nos cinco continentes, com o que se está a ofertar ao alunado e à sociedade umha aprendizagem muito útil.

Por tudo isso a CIG-Ensino faz um chamamento para os professores promoverem o estudo do português como segunda língua estrangeira, sendo fundamental que a Conselharia conheça a demanda dos próprios centros, para exigir-lhe assim que facilite as aulas desta matéria. Além disso, a CIG-Ensino vai demandar umha implicaçom real da Administraçom educativa para os centros contarem com todas as facilidades e poderem ofertar português como segunda língua estrangeira. Do contrario, estaríamos, mais unha vez, ante umha actuaçom que vai a sentido inverso do que se afirma, já que o próprio Presidente da Junta de Galiza se mostrou publicamente favorável á potenciaçom do estudo do português.