Laborinho reclama maior consciência coletiva da importância do português

A língua atingia em 2008 17% do PIB de Portugal

Terça, 24 Maio 2011 08:24

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PGL Portugal - Na semana passada, académicos, gestores, agentes culturais e jornalistas debateram na sede lisboeta do Instituto Camões acerca das ligações entre línguas e economia. Na clausura, a presidenta do IC, Ana Paula Laborinho, reclamou maior consciência coletiva da importância do português.

O fórum teve como objetivo lançar o debate sobre o valor da língua portuguesa e da língua espanhola —no encontro participou o Instituto Cervantes—, considerando «as suas estratégias de internacionalização e de cooperação no sentido da afirmação do espaço ibero-americano e demais territórios das duas línguas no mundo».

Destarte, foram analisadas as dimensões do investimento e o comércio externo, as indústrias da língua, da cultura e da comunicação. Quanto ao 'valor' da língua, Luís Reto, reitor do ISCTE-IUL, dirigiu a equipa de investigadores do seu instituto que apresentou em 2008 o estudo relativo a Portugal, encomendado pelo IC em 2007, e que revelou representar a língua portuguesa 17% do PIB nacional.

Para Laborinho, «cultura e economia devem estar interligadas», e insistiu na ideia afirmando que «as empresas têm já uma consciência muito aguda da importância que este ativo [a língua] representa».

 

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