Callón será finalmente julgado a dia 10 pola denúncia de Fraga Mandián

Quase quatro anos desde o início dos factos · Promovem manifesto em apoio de Callón

Segunda, 06 Fevereiro 2012 11:02

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Carlos Callón | Foto: Paco Vilabarros

PGL - Carlos Callón, presidente da Mesa pola Normalización Lingüística, e porta-voz da plataforma Queremos Galego, será finalmente julgado a dia 10 por recriminar em seu dia o juiz decano da Corunha, Fraga Mandián, por este recusar-se a utilizar o topónimo oficial A Coruña.

Da Mesa qualificam o caso de «criminalização das opiniões e da legítima defessa do nosso idioma». A denúncia contra Carlos Callón teve como origem um comunicado da Mesa pola Normalización já em 2008 em que censurava o juiz Fraga Mandián por reconhecer «não ter nenhum rubor em usar a ilegalidade do topónimo La Coruña». A organização reprovou em nota de imprensa essas declarações ao tempo que perguntava «que outras leis não teria rubor em incumprir» o juiz, em referência à Lei de normalização de 1983 que assinala que os topónimos galegos só terão como forma oficial a galega.

O Julgado e a Fiscalia desestimaram inicialmente a denúncia o passado verão, mas um recurso do denunciante desencadeou o processamento de Carlos Callón. A Mesa publicou um manifesto em  apoio das pessoas denunciadas pelo juiz Fraga Mandián, ao tempo que reclama que se deixe de criminalizar a defensa do galego e que todos os poderes públicos cumpram e façam cumprir a Lei de Normalización Lingüística. Também chama a participar na concentração prevista para dia 10 de fevereiro diante do Julgado de Instrução Nº 2 da Corunha (rua Monforte, s/n).

 

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