Pedem alargar a Lusofonia à Galiza, Macau e Curação

Segunda, 01 Julho 2013 06:49

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PGL - O ministro da Cultura cabo-verdiano defendeu numa entrevista à Rádio ONU que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) deve ser ampliada, tornando-se uma comunidade de povos que falam o português ou idiomas baseados na língua portuguesa. Mário Lúcio Sousa sustém que Macau, Curação e Galiza, entre outros, deveriam entrar na CPLP. “Há Macau e também Curação, que fala o mesmo crioulo que nós, cabo-verdianos. Então não faz parte da CPLP?. Deveria, assim como a Galiza”. O início dessas reflexões irá ocorrer “mais cedo ou mais tarde”, defendeu.

Para Mário Lúcio, a língua portuguesa representa um grande ativo de economias baseadas na cultura e na nova era da tecnologia e da informação e o seu valor vai-se acrescentar devido a que “com o desaparecimento dos territórios para espaços virtuais vão surgir novos espaços intangíveis”.

A CPLP, criada em 1996, congrega atualmente oito países, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Também há três observadores associados que são a República da Guiné Equatorial, a República de Maurícia e a República do Senegal, dos quais só a Guiné incorporou o português como língua oficial. Ainda, manifestaram interesse no estatuto de observador associado países como Andorra, Marrocos, Filipinas, Malaca, Croácia, Roménia, Ucrânia, Indonésia, Venezuela e Uruguai.

 

Instantâneo da reunião ordinária da CPLP que decorreu em julho de 2009 em Praia,
em que o ato esteve presidido por um logótipo não oficial da CPLP com a bandeira
da Galiza no centro (fonte: web da CPLP)