Joám Jesus Gonçales: independência, socialismo e reintegracionismo

«Somos galegos e somos lusitanos: religiosamente, etnologicamente, filologicamente, por riba de todas as pequenas e vulgares opinions»

Sexta, 23 Outubro 2009 00:00

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Joám Jesus Gonçales: «Portugal irmão da Galiza: em língua, em raça, em limiar histórico»

PGL – O portal soberanista Galiza Livre publicou na internet umha aproximaçom ao carácter reintegracionista de Joám Jesus Gonçales, que constitui a terceira parte do Especial Relaçons Galiza-Portugal.

No artigo, baseado nos trabalhos de Héitor Picallo e Marcos Seixos, o Galiza Livre destaca o pensamento de Joám Jesus Gonçales, oferecendo diferentes textos do activista galego nos que fica patente a sua defensa das teses reintegracionistas.

 

Joám Jesus Gonçales nasceu em Sevil, Cúntis, em 9 de novembro de 1895. Após exercer como peom de canteiro na sua vila, desloca-se para Compostela onde estudará magistério e direito. Participa no movimento estudantil, chegando a ser vice-presidente da Asociaçom Profissional de Estudantes de Direito. Em Compostela entrará em contacto com outros estudantes galeguistas, como Luís Seoane ou Fole, que marcarám o seu carácter agrarista, socialista e nacionalista.

No ano 1936 participa na fundaçom da Asociaçom de Escritores da Galiza. Coincidindo com o início da Guerra Civil, une-se a um grupo de cinqüenta obreiros de Teu, conhecido como 'O Terço de Calo', para defender a legalidade republicana chegando no dia 20 de julho pola noite a Compostela. No dia a seguir, a ocupaçom da cidade polos militares fascistas, causou o encarceramento de Gonçales.

Finou em Santiago de Compostela em 12 de setembro de 1936, fuzilado polos sublevados.


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