Colaboraçom do presidente da AGAL na revista ‘Fuco Buxán’

Valentim R. Fagim: «Se o lema 'Há que falar galego porque é a nossa língua' funciona limitadamente, haverá que oferecer também outros do tipo 'O galego é a porta do Brasil

Quinta, 21 Janeiro 2010 00:00

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Capa do último número da revista 'Fuco Buxán'

PGL – Vem de sair do prelo o número 27 da revista ‘Fuco Buxán’, correspondente ao segundo semestre de 2006, na que colabora o presidente da Associaçom Galega da Língua, Valentim R. Fagim, com o artigo intitulado Ensaio-Erro.

A revista, que pode ser acedida em formato de fácil leitura nesta ligaçom, inclui colaboraçons de autores como Ignacio F. Toxo, Carlos Callón, J. Pedret ou Santiago Abad, entre outros.

No artigo aludido, o professor Fagim fala das estratégias que tradicionalmente se tenhem usado para defender a língua galega e parar o processo de substituiçom lingüística do nosso País, aportando novas chaves e destacando a possibilidade de mercado que oferece a língua galega e questionando as posiçons oficiais, de costas viradas para a sua defesa.

Nesta linha, Valentim R. Fagim fala da promoçom que os diferentes governos tenhem dado à língua castelhana como língua plurinacional. Atendendo a isto, o presidente da AGAL determina que muitos galegos e galegas saberám dizer que  «Maná é um grupo mexicano, Cecília Roth umha actriz argentina ou Vargas Llosa um escritor peruano».

Pola contra, Fagim denuncia que a língua da Galiza é oferecida apenas como língua regional e pouco funcional, de tal modo, que «apenas umha percentagem pequena de galegos e  galegas sabem que Adriana Calcanhoto é umha actriz brasileira, Luís Filipe Rocha um realizador português ou Pepetela um escritor angolano».

Atendendo a isto, Valentim R. Fagim expom as limitaçons impostas arredor do galego e denuncia as incapacidades do governo para gerir as riquezas do território administrado, «quer sejam bens matérias, quer sejam bens menos tangíveis, como línguas e culturas».

Citando Noam Chomsky, o professor viguês conclui: «Dizia Chomsky que para a Teologia os dados som irrelevantes. Quantos teólogos haverá na Galiza?».

 

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