Carlos Quiroga entre clássicos universais

Inxalá foi com jornais para mais de 100 mil leitores

Quinta, 26 Agosto 2010 08:19

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PGL - As letras galegas estám de parabéns. Pola vez primeira, a obra de um autor galego foi distribuída maciçamente entre público português. Trata-se de Inxalá, de Carlos Quiroga, que formou parte da 'Biblioteca de Verão' de Diário de Notícias e Jornal de Notícias.

A tiragem do livro poderia ter atingido entre cem e cento vinte mil leitores no 27 de Julho passado. Inxalá apareceu na coleçom de clássicos universais em que foram integrados autores como Lewis Carroll, Oscar Wilde, Victor Hugo, Joseph Conrad, Henry James, Bram Stoker, Poe, Eça, Herculano, Tolstoi, Dostoievsky ou Borges, entre outros.

Recorte de imprensa anunciando a presença
de Carlos Quiroga na Biblioteca de Verão

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Prémio Carvalho Calero

O romance de Carlos Quiroga ganhou no ano 2005 o XV Prémio Carvalho Calero de criaçom literária, único da Galiza que concede liberdade ortográfica às pessoas participantes junto o Pérez Parallé de Poesia. Foi a segunda vez em que o escritor de Escairom venceu no certame após tê-lo feito em 1999 com Periferias (publicado no Brasil em 2006). Inxalá, editado pola Laiovento um ano depois de ganhar o certame, foi comercializado desde 2008 em Portugal pola QuidNovi.

O autor

Carlos Quiroga (Escairom -Terra de Lemos-, 1961) é escritor e professor de literaturas lusófonas na Universidade de Santiago de Compostela, membro da direcçom da Associaçom de Escritores em Língua Galega, membro da Associaçom Galega da Língua (AGAL) e diretor da revista Agália durante um amplo período, e também diretor da revista de arte e cultura oMáximo.

Publicou G.O.N.G. - Mais de vinte poemas globais e um prefácio esperançado (1999), Periferias (1999, Prémio Carvalho Calero de narrativa, A Espera Crepuscular (2002, primeira parte da trilogia Viagem ao Cabo Nom), Il Castello nello Stagno di Antela - O Castelo da Lagoa de Antela (2004, Prémio de Teatro infantil na Mostra de Ferrol-Terra em 1988, publicado na Itália em galego e italiano), O Regresso a Arder (2005, terceira parte de Viagem ao Cabo Nom), Inxalá (2006, Prémio Carvalho Calero de narrativa), Venezianas (2007). Fundou e dirigiu a revista galega O mono da tinta.

Bolseiro de investigaçom da Fundaçom Calouste Gulbenkian (1991-92), do atual Instituo Camões (1992-93), e da Universittà Italiana per Stranieri (1983), foi prémio extraordinário de doutorado, professor de Língua e Literatura Galegas, e o primeiro professor de Português em Escola Oficial de Idiomas na Galiza, antes de trabalhar na Universidade.

 

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