A Gentalha do Pichel edita umha agenda do 2011 com informaçom ambiental

A Comissom de Meio Natural desta associaçom cultural compostelana editou umha agenda que está à venda desde o 23 de dezembro e custa 6 euros

Quinta, 30 Dezembro 2010 12:24

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Mapa com informaçom sobre os encoros

A Gentalha do Pichel - Esta agenda tenciona apresentar a situaçom ambiental na Galiza e recolher algumhas das agressons ao meio e ao território que o nosso país tem sofrido historicamente e continua a sofrer, também incorpora dados sobre o calendário de colheitas e sementes de diferentes alimentos assim como um calendário lunar. A agenda está à venda no Centro Social O Pichel e distribuirá-se por alguns outros centros sociais da Galiza.

 

A Gentalha do Pichel é umha associaçom cultural que desde há seis anos tem dinamizado a vida social e cultural da cidade compostelana. Entre os diferentes propósitos deste colectivo está o de conhecer o meio natural e conscientizar da necessidade de defendê-lo frente às agressons que as dinámicas de exploraçom consumista e capitalista imponhem. É com este propósito que a agenda se edita.

O panorama das desfeitas ambientais que se recolhe quer dar umha vista de olhos geral a vários desses conflitos mas com umha focagem local, já que em cada parte, costa ou interior, rural ou cidade... os conflitos apresentam condicionamentos diferentes. Ainda que as consequências da exploraçom da terra apareçam baixo diferentes perfis, todas tenhem umha causa comum e podem explicar-se desde a mesma óptica: a lógica depredadora dum sistema económico que só olha benefícios, a lógica dum capital que dispom do monte, da costa, dos rios, à vontade porque só entende de ganho de quantidades e nom de respeito à diversidade.

As agressons, que som muitas mais das que na agenda se recolhem, fôrom seleccionadas pola resposta e oposiçom popular que tivérom em forma de conflitos: a eucaliptizaçom e as fábricas de celulose, os encoros e as minicentrais, o AVE e a precarizaçom do comboio convencional, contaminaçom em geral, as piscifactorias, a turistificaçom, as estradas, os eólicos, as canteiras e diferentes problemas relacionados com a especulaçom urbanística.

O objectivo desta agenda é, além de informar desses conflitos, conscientizar sobre a necessidade de valorar o nosso meio e defendê-lo, porque defender a terra é defender a nossa realidade como povo, o nosso futuro e um modelo económico e social nom consumista, sustentável e justo.

 

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