Caipirinha Lounge: Lusofonia Acústica Vol. II

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Terça, 08 Fevereiro 2011 00:39

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PGL - De Angola chega, Caipirinha Lounge: Lusofonia Acústica Vol. II, coletáneo de música, de artistas procedentes do mundo da lusofonia, entre os quais Uxía Senlle, Narf ou A Minha Embala, recentes ganhadores do concurso Musicando Carvalho Calero.

Caipirinha Lounge chega com um repertório amplo de sons, ritmos e melodias que ecoam nestes tempos mais recentes, a percorrerem e atravessarem diversos espaços físicos, culturais, ambientais e também, expressivos, sensoriais, emocionais, mesmo às vezes lingüísticos. Espaços quase sempre enchidos de rica multiculturalidade e grandes doses, de invençom ou reinvençom de novos horizontes para torná-los imensa e perene beleza artística.

Assim encontraremos neste trabalho, cançons em Tchokwê como é o caso do angolano, Gabriel Tchiema, com as suas lindas músicas acústicas, até a já conhecida morna e doce voz que acarícia e abala as marés latejantes dos coraçons oceánicos, da galega Uxia, ou Maria de Barros com as suas melodias caboverdeanas de grande paixom e exuberância. Narf e Manecas Costa, entre Galiza e Guinea Bissau, dous artistas muito reconhecidos que conjugam o amor pola música com esse espírito comum que invade e coesiona o universo lusófono.

De Portugal, Orquestrada, banda de espírito boémio e multicultural, com a vibrante energia de Marta Miranda, misturando o funaná com o fado, o Ska e ritmos angolanos e a guitarra portuguesa. Também participam deste projecto A Minha Embala, duo formado por Aline Frazão e César Herranz, ganhadores do concurso Musicando Carvalho Calero e defensores da galeguia onde através da música tentam procurar essa ligaçom que permita a construcçom desse espaço comum, concreto e real da lusofonia, de ritmos agradáveis e voz cálida e íntima. De Brasil, Maria Gadú, de grande qualidade vocal e de fermosa sensualidade, António Zambujo, de Portugal, maravilhoso e fantástico fadista.

Assim até um total de 25 artistas integram o universo musical para gozo daquelas e daqueles que desejem reinterpretar a própria existência, redescobrir essa galaxia ainda agochada entre buratos pretos que começa explodir para espalhar o que estava agardando no epicentro da sua essência. Esta é umha mostra dessas lumieiras que chegárom até nós provocando destelhos que jamais ham esvair, embora a sua luz perpétua alumeie o início dum novo rumo neste caminho comum da diversa e rica multiculturalidade lusófona.

 

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