«A Pior», novo disco de Projecto Mourente

O disco pode ser descarregado de graça ou pagando um preço voluntário

Terça, 29 Maio 2012 07:38

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Carlos Valcárcel

PGL - Quatro anos depois de Kara.o.ke, Projecto Mourente presenteia os seus fãs com um novo trabalho, A Pior, o qual pode ser descarregado na íntegra na Internet a partir de zero euros. Efetivamente, é possível baixar o disco grátis, ou bem dar uma gratificaçom de carácter voluntário.

Para descarregar o disco —de graça ou pagando— ou escuitar apenas temas soltos basta acessar o site http://projectomourente.bandcamp.com/ e premir na opçom «buy now» ('comprar agora', em inglês). A seguir, abre-se uma janela emergente que nos pede indicar o preço que desejamos pagar polo disco (a partir de zero euros), um endereço eletrónico, selecionar um Estado e digitar um código postal. É importante indicar um endereço eletrónico válido, pois será aí aonde nos chegue uma mensagem para procedermos a descarregar o disco (89,8 MB).

O projeto

Projecto Mourente partiu da iniciativa de Carlos Valcárcel, músico amador natural de Mourente (concelho de Ponte Vedra). Em 2001, começou a fazer na sua casa canções de pop eletrónico. Três anos depois colaborou com a Factoria Teatro, em em 2006 lançou com A Regueifa a compilaçom de Baixo os eucaliptos, com canções que lográrom notável popularidade, como a de «Como os caranguejos». Em maio de 2008 foi lançado Kara.o.ke, segundo trabalho do projeto, novamente com A Regueifa, escolhido como um dos melhores do ano polos leitores do desaparecido Xornal de Galicia. Ainda, um dos temas, «Chuliboy», foi finalista do concurso A Polo Ghit, do também desaparecido Vieiros, em parceira com a Rádio Galega.

Entrevista

Em entrevista para Praza Pública, Carlos Valcárcel explica os quatro anos que se passárom desde o último disco de modo muito gráfico: Projecto Mourente é «absolutamente independente e, portanto, nom rende contas nem datas à indústria musical. De facto, «nom está na indústria, nem tampouco é uma atividade profissional. Isso permite que nom existam datas limite para fazer música ou que nom exista a necessidade de o projeto estar musicalmente ativo todo o tempo».

Na conversa para o diário digital, Valcárcel também adianta uma possível ediçom física do disco em funçom do número de descargas, o qual poderia ser depois do verão. Reflete também sobre a difusom e popularizaçom da música em galego, entre outras questões.

 

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